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Bárbara Kaplan

Buenos Aires, Argentina.

Vive e trabalha em Buenos Aires.

Bárbara Kaplan nasceu em Buenos Aires, em 1980. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes Pridiliano Pueyrredón. Em 2015 obteve a bolsa para a criação artística do Fondo Nacional de las Artes; em 2010 recebe o terceiro lugar no Prêmio Arte Jovem Fundação Williams; em 2009 foi bolsista do Centro de Investigações Artísticas e em 2005 recebeu uma menção honrosa na seção Novos Suportes e Instalações do Salón Nacional de Artes Visuales da Argentina. Sua obra foi exposta em Buenos Aires, Porto Alegre, Paris, Nova Iorque, Miami e Chicago.

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Mariano Dal Verme

Buenos Aires, Argentina. 

Vive e trabalha em Buenos Aires.

Mariano Dal Verme nasceu em Buenos Aires, em 1973. Licenciado em pintura na Escola Nacional de Belas Artes Pridiliano Pueyrredón até 1997. Entre suas exposições individuais se destacam: On Drawing (2013), na Sicardi Gallery, em Houston; Firmamento (2009), na Turbo Galería, em Buenos Aires; Sin título (2007) na Galería Ruth Benzacar, em Buenos Aires e For Esport (2006) no Centro Cultural da España em Buenos Aires. Participou de mostras coletivas em Buenos Aires, Rosario, Chicago, Miami, Nova Iorque, Guayaquil, Bogotá e Madrid. Foi residente do Lugar A Dudas, em Cali, na Colômbia em 2008. Possui obras nos acervos do Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires e do Museum Fine Art Houston.

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Adrián Montenegro

Pasto, Colômbia.

Vive e trabalha em São Paulo.

Adrián Montenegro (Pasto , Colômbia  1986). Inventa e propõe coisas criativas com a intenção de levar uma vida menos chata, mais poética e comovedora. Ao longo dos anos  seu trabalho foi visto e valorizado em diferentes partes do mundo e por diferentes tipos de pessoas. Tem participado de exposições, residências, festivais, feiras, publicações e foi merecedor de prêmios, bolsas de estudo, menções e inúmeras felicidades.

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Alice Ricci

São Paulo, SP, Brasil.

Vive e trabalha em São Paulo.

Alice Ricci (1985) é artista visual, vive e trabalha em São Paulo. Trabalha com diferentes materiais e procedimentos, considerando a reprodução impressa e manual uma constante em sua produção. Repetindo infinitas vezes imagens apropriadas ou criadas por ela, a artista alcança uma decomposição da imagem, ou melhor dizendo, ou contradizendo, constrói uma nova composição a partir da deformidade da original, dando-se por alterações das cores ou pela própria reprodução da imagem. Esses processos de transformação da imagem vêm de uma vontade de entender o mundo a partir da desautomatização do olhar para com as coisas cotidianas da vida. Alice acredita que para tentar entender o mundo é necessário ver com distanciamento a realidade, sendo importante muitas vezes distanciar-se do hábito para poder enxergar o que nos rodeia. A artista tem participado de residências artísticas e exposições no Brasil e no exterior, dentre as mais recentes estão: Destinerrancia, rostros de Derrida, Universidad de Nariño, San Juan de Pasto, Colombia; 40º SARP, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, SP, Brasil e neste ano também participou da residência artística na Fundação Dósai Alkotótabor, Jászdózsa, na Hungria; Em 2014 participou das exposições coletivas La Viatnamita, Espacio OTR, Madrid, Espanha e Multitude, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brasil.

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Carina Levitan
Newcastle Upon Tyne, Reino Unido.
Vive e trabalha em Porto Alegre.
 
 

 

Carina Levitan é música e artista plástica. Procura sons nos objetos e constrõe esculturas sonoras. Trabalha com trilhas e desenhos de som para o audiovisual, comerciais, performances e instalações. Tem graduação em Sound Arts & Design pela University of The Arts London. Coordenou a Escola Caseira de Invenções, da 9a Bienal de Artes Visuais do Mercosul, participou do grupo de improvisação Unknown Devices - The Laptop Orchestra, dirigido por David Toop, criou identidade sonora da banda Apanhador Só e fez a direção musical do programa Pandorga,exibido pela TV Brasil. Atualmente, está gravando seu disco autoral, com previsão de lançamento para julho de 2016.Alguns destaques:  Melhor trilha sonora no Festcineamazônia, vencedora; Melhor curta-metragem pelo Arquivo Nacional do RJ, vencedora; Prêmio Aquisição RBS e TVE, do Festival de Gramado, no RS, vencedora; Prêmio Açorianos de dança para melhor trilha sonora, vencedora; Prêmio Açorianos de música para melhor disco Pop/Rock, vencedora; 20o Porto Alegre em Cena, concorrendo prêmio Braskem, selecionada; Prêmio Rumos Itaú Cultural - Cinema e Vídeo (Espetáculo Multimídia), pré-selecionada; V Festival Internacional de Cortometrajes del Cusco, selecionada; Menção Honrosa pela ABD&C do RJ.

 

 

 

 

 

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Carina Sehn
Estrela, RS, Brasil.
Vive e trabalha em Porto Alegre.
 
 

É artista de performance, especialista em saúde mental coletiva, mestre em educação e sutilizadora corporal. Dedica-se ao trabalho e pesquisa com o corpo, no seu viés artístico (corpo-obra-de-arte) e de saúde (corpo-produtor-de-saúde). O seu maior desejo é despertar as pessoas em relação ao corpo físico, estético, energétio e etérico, provocar este contato, esta relação e, com isto, ampliar a capacidade de vida em cada ser, em cada coração!  Tem interesse pela natureza dos corpos e seus processos vivos. Ministra aulas de performance art e de "exercícios para sutilizar o corpo". 

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Laurencia Strauss

Miami, Florida, E.U.A.

Vive e trabalha em Miami.

 Laurencia Strauss estudou artes visuais e paisagismo. Ela investiga a dinâmica de poder em nossas interdependências. Com táticas relacionais ligadas ao campo social e ambiental, ela interage com as pessoas, despertando-as para as questões ligadas a paisagem. E cria experiências que jogam com as nossas vulnerabilidades e criatividades.

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Alexis Chevallier

Nantes, França.

Vive e trabalha em Nantes.

Alexis Camille Chevallier é um jovem artista francês, nascido em Nantes (França, 1992). 

Vive no Brasil por intermédio de um intercâmbio acadêmico com a  Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E é nesse contexto de deslocamento, espacial e cultural, em que se inicia o projeto "O Príncipe Dos Abacaxis",  partindo da observação do cotidiano das cidades brasileiras, em especial de Porto Alegre. Ficção e realidade estão em diálogo através da análise e releitura dos negócios informais e ambulantes espalhados pela capital e que permitiram o nascimento de um personagem: "o Príncipe dos abacaxis”. Esta entidade torna-se o vetor de apropriações, de interpretação de gestos e atitudes destinadas a extrair o real desse contexto e devolvê-lo agora transformado. 

Ao mover-se da realidade para uma reapropriação do mesmo na ficção, não estaríamos diante de um sintoma do viajante contemporâneo na era da globalização? Ou seria o exótico travestido de reinvenção?

Por intermédio da galeria Península, apenas como um espaço expositivo, o projeto destina-se a transformar a sala de exposição em um ambiente ficcional, como meio que viabiliza a existência do personagem. O interior e o exterior deste lugar servem para por em diálogo esses dois mundos que buscam comunicação e existência simultâneas, um e outro juntos. E por fim indaga o artista, se o êxito desse contexto criativo que busca juntar ficção e realidade significaria uma espécie de antropofagia do mundo.

Leandro Machado

Porto Alegre,RS,Brasil.

Vive e trabalha em Porto Alegre.

Leandro Machado, Porto Alegre/RS, 1970. Bacharel em Artes Plásticas – habilitação Pintura, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre/RS, 2003; Licenciatura em Educação Artística, UFRGS, Porto Alegre/RS, 2007; Especialização em Saúde Mental (Hospital Psiquiátrico São Pedro), Residência Integrada em Saúde, Escola de Saúde Pública, Porto Alegre/RS, 2007.

Exposições Individuais [recentes] - Álbum de Fotografia. Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Porto Alegre/RS, 2016; Quando eu partir não deixe que me transformem em herói, bom pai, nome de rua. Galeria Arte e Fato, Porto Alegre/RS, 2016. Exposições Coletivas [recentes] - Abre Alas 12. Curadoria: Adriana Varejão, André Sheik e Paula Borghi. Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro/RJ; Porto Negro. Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, Porto Alegre/RS, 2016.